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	<title>llsantana.org &#187; Gestão de risco</title>
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		<title>Portabilidade e Conectividade versus Segurança da indinrmação</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 13:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas L. Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vemos hoje o crescimento e popularização dos smartfones e outros dispositivos móveis que se conecta a quase tudo. Esses dispositivos tem a intenção de facilitar e dinamizar o acesso das pessoas e as informações. Mas com a popularização destes  dispositivos, percebemos que junto com eles  vem novos riscos a segurança da informação. A algum tempo atrás surgiram vírus para celular, que simplesmente utilizavam a conexão Bluethoot. Mas os dispositivos recentes tem conexão com Exchange, suporta VPN IPSec da CISCO e WPA2 com autenticação 802.1X. Pensem agora no risco em potencial que estes dispositivos trazem para a empresa. Conforme ocorre a popularização dos dispositivos, criadores de malwares, crackers entre outros vão queres explorar estas novas &#8220;portas&#8221; de entrada aos dados de sua empresa ou dados confidênciais de pessoas. Por isso é recomendável que se possível revisem suas políticas de segurança, refação suas análises de risco, enfim se preparem pois o &#8220;Mal&#8221; não descansa (rs!).</p>
<p>Outras informações:</p>
<p><a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2008/09/29/gartner-riscos-de-seguranca-aumentam-com-sofisticacao-dos-smartphones/" target="_blank">Gartner: riscos de segurança aumentam com sofisticação dos smartphones</a><br />
<a href="http://blog.dennyroger.com.br/2008/09/29/gestao-de-seguranca-da-informacao-contra-o-iphone-3g/" target="_blank"> Gestão de Segurança da Informação contra o iPhone 3G</a><br />
<a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/firewall/idgcoluna.2008-07-14.5460139185/" target="_blank">Firewall Coluna de  Marcos Sêmola</a><br />
<a rel="me" href="http://blogblogs.com.br/api/claim/-100161982/190277/106043"> </a></p>
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		<title>Gestão de risco</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 04:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas L. Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de risco]]></category>

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		<description><![CDATA[Para garantir que o tripé da segurança ( Disponibilidade, Integridade, Confidencialidade ) seja uma realidade em qualquer organização, é necessário que se preste atenção nas diversas ameaças e vulnerabilidades existentes para cada ativo ( entende-se ativo por qualquer &#8220;bem&#8221; que a organização possua, seja informação, pessoas, equipamentos ou até mesmo a cultura da empresa ). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para garantir que o tripé da segurança ( Disponibilidade, Integridade, Confidencialidade ) seja uma realidade em qualquer organização, é necessário que se preste atenção nas diversas ameaças e vulnerabilidades existentes para cada ativo ( entende-se ativo por qualquer &#8220;bem&#8221; que a organização possua, seja informação, pessoas, equipamentos ou até mesmo a cultura da empresa ). Mas a verdade é que o orçamento nem sempre cobre todos os riscos que a organização corre. Cria-se a necessidade de se balancear o nível de proteção dos ativos, o custo necessário para alcançá-lo e o quão sensível é aquele ativo para a empresa.<span id="more-9"></span></p>
<p>A gestão de risco é prática utilizada para conseguir realizar um bom balanceamento destas necessidades ou pelo menos chegar o mais perto possível do melhor emprego do dinheiro do orçamento da área de segurança.</p>
<p>A gestão de  risco é um processo de cinco etapas:</p>
<p>1.      Determinar o valor dos ativos e a infra-estrutura da informação.</p>
<p>2.      Descrever  as ameaças aos ativos e a infra-estrutura</p>
<p>3.      Estimar a probabilidade de que essa ameaça aconteça</p>
<p>4.      Calcular o custo total desta ameaça</p>
<p>5.      Desenvolver e implementar estratégias que minimizem as chances de ocorrência da ameaça.</p>
<p><strong>Determinando o valor da informação e da infra-estrutura</strong></p>
<p>A primeira etapa e justamente descobrir o que deve ser protegido. O valor de</p>
<p>esta informação ira variar de acordo com três fatores: no tipo da informação, na idade da informação e no custo de recriá-la.</p>
<p><strong>Identificando ameaças</strong></p>
<p>Ameaças são pessoas ou processos que podem explorar vulnerabilidades para</p>
<p>violar ou danificar sistemas de informação.</p>
<p>As vulnerabilidades são franquezas nos sistemas, como falta de atualização do sistema de antivírus, má configuração do sistema de firewall entre outros.  Existem padrões gerais que se aplicam em todas as organizações, mas detalhes específicos das vulnerabilidades irão variar de organização para organização. Para identificar ameaças especificas as vulnerabilidades a elas relacionadas, a organizações devemos considerar:</p>
<ul type="disc">
<li>O valor da informação para o concorrente e os meios      para adquirir estas informações.</li>
<li>O numero e o tipo do ponto de acesso ao sistema,      tais como sites na Web, redes privadas virtuais (VPN) ou consoles de      operadores, que podem ser explorados por <em>Hackers</em> ou invasores locais.</li>
<li>Vulnerabilidades bem conhecidas como nos serviços      da internet, tais como, e-mail, transferência de arquivo ou servidores de      página Web.</li>
<li>Probabilidade de desastre natural, como por      exemplo, incêndio, inundações e terremotos</li>
</ul>
<p><strong>Como estimar a probabilidade de ameaças</strong></p>
<p>Estimar a probabilidade de ameaças é provavelmente a etapa individual mais difícil na analise de risco. Na melhor situação possível, a organização tem dados suficientes sobre atividades passadas das ameaças para prever aproximadamente  futuras ocorrências. Por exemplo, logs do servidor Web com tentativas de <em>Hackers</em> procurando portas abertas. Em outros casos os analistas de riscos têm que estimar a probabilidade com base em informações públicas. Como por exemplo o site do CERT.BR  <a href="http://www.cert.br/stats/incidentes/">http://www.cert.br/stats/incidentes/</a>.</p>
<p>A respeito da dificuldade de estimar a probabilidade de exploração da ameaça, essa deve ser feita numa escala de 0,0 a 1,0. Onde 0,0 indica que a ameaça nunca irá acontecer e que 1,0 significa que a ameaça certamente irá acontecer. Com o valor dos ativos e a lista das ameaças e sua probabilidade em mãos, a próxima etapa é calcular o custo total das ameaças.</p>
<p><strong>Calculando o custo da ameaça</strong></p>
<p>O calculo do custo de uma ameaça é um processo de três etapas:</p>
<ol type="1">
<li>Estimar      o fator de exposição ou o valor de um prejuízo se a ameaça for      concretizada contra o ativo. Por exemplo, se um incêndio destruir      um servidor com uma base de dados de clientes avaliada em $250.000, e tudo      menos 10 por cento da base de dados puder ser restaurado a partir do <em>backup</em>,      então o fator de exposição é 10 por cento.</li>
</ol>
<ol type="1">
<li>Calcular      a exposição de perca única (SLE), que é simplesmente o valor do ativo multiplicado      pela exposição do risco. No exemplo da base de dados de      clientes, o cálculo é $250.000 x 10 por cento, que é igual a $25.000.</li>
</ol>
<ol type="1">
<li>Calcular      a exposição anual à perda (ALE), que é o número de vezes que uma ameaça ocorrerá      em um ano multiplicado pelo SLE. Assumindo que um incêndio ocorra uma vez em      cada 10 anos, o ALE do exemplo do incêndio é 0,1 x $25.000, que é igual a      $2.500.</li>
</ol>
<p>O ALE é a quantia máxima que uma organização deverá racionalmente gastar para se proteger de uma ameaça, ao menos em teoria.</p>
<p>Não seja enganado pela formalidade das fórmulas e pela precisão das respostas. Estas fórmulas dependem das probabilidades e freqüências e são, muitas vezes, os melhores palpites. Porém, depender de <em>guesstimates</em> não pode ser evitado. Mais do que tentar calcular a única &#8220;resposta certa&#8221;, calcule os custos com vários cenários diferentes para entender o efeito de parâmetros que mudam.</p>
<p><strong>Respondendo ao risco</strong></p>
<p>A ultima etapa é responder ao risco, esta resposta pode ser de três forma:</p>
<ul class="unIndentedList">
<li> Reduzir o risco</li>
<li> Comprar seguro</li>
<li> Aceitar o risco</li>
</ul>
<p>As organizações reduzem o risco quando implementam sistemas ou uma infra-estrutura  que busca prevenir ou minimizar o impacto da ameaça. Normalmente são medidas preventivas como antivírus, firewall, processos de monitoramento ou IDS. Medidas que buscam para o incidente, e medidas de reação, tais como equipamento de extinção de incêndio que interrompem o efeito de ameaças diretamente.</p>
<p>Em alguns casos, a opção mais econômica é transferir o risco comprando seguro. Neste caso, as organizações não reduzem diretamente o risco. Em vez disso, elas rateiam o seu risco com o de outras organizações e pagam à seguradora para reembolsá-las quando as ameaças ocorrerem.</p>
<p>As organizações precisam sempre conviver com um certo grau de risco. Os custos de reduzir os riscos podem ser demasiadamente altos, a probabilidade de ocorrência muito baixa, o seguro não está disponível, ou as estratégias prejudicam outros objetivos (tais como acessibilidade e facilidade de uso). Nesses casos, o risco deve simplesmente ser aceito.</p>
<p>A segurança da informação depende de gerir racionalmente o risco. A abordagem quantitativa esboçada ajudará a identificar as ameaças e as respostas apropriadas, mas us dependência de probabilidades difíceis de medir e as freqüências são uma fraqueza. Outra área fundamental da gestão da segurança é a gestão de identidade e acesso.</p>
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