Arquivo

Arquivo de junho, 2009

O maior cyberataque do Planeta

Passeando em pelos meus e-mails, encontrei este vídeo publicado pelo programa Olhar digital que  fala sobre o ciberataque que ocorreu em 2007 contra a Estônia.

Vale a pena dar uma olhadinha…

Pedintes – A arte de enganar – Engenharia Social

Ontem (31/05), após 25 horas (sim, eu disse 25 horas) de viagem cheguei em casa.  De Ipatinga até Florianópolis são apenas 1.503 km (*google maps). Devido a minha imensa vontade de viajar de ônibus ( lê-se falta de dinheiro ) a viajem foi bastante longa. Mas o que isso tem haver com o título?

Passei por 4 rodoviárias (Ipatinga, BH, São Paulo, Florianópolis) e todas tem uma coisa em comum…. pedintes…

Estive observando as acoes destes engenheiros sociais e pude perceber alguns padrões:

Roupas:

Normalmente estão com roupas em tons “sóbrios” (cinza, preto,cor de pele), ate hoje não vi nenhum com cores mais alegres.

Comportamento:

Sempre são muito educados, pedem desculpa quando te chamam, agradecem mesmo se não ganham nada. Se apresentam com um sembante triste e sem “alegria”.

A escolha da “vitima”:

Existe um padrão na escolha das pessoas que eles vão “atacar”. Quase sempre são mulheres de 25 anos acima e de vez enquanto um homem de 30 anos abaixo, isso e um fato curioso. Eu os vi pedindo a idosas, mas não vi pedindo a idosos.

Sexo:

Crianças, jovens e homens. outra curiosidade e’ que não vi pessoas do sexo feminino pedindo nas rodoviárias.

A historia:

Sempre contam uma historia para justificar a sua “ajuda”, as que eu ouvi foram:

  • ….Preciso de dinheiro pra completar a passagem pra voltar pra casa….

  • …. Cai de um andaime e quebrei o braco (que estava enfaixado), preciso de dinheiro pra comer….

  • ….Vim da Bahia (nem tinha sotaque) trabalhar aqui, e agora estou desempregado, tenho uma filha e ela esta com fome (tinha uma menina acompanhando ele)…..

Foram estas e outras similares a estas.

Individual ou em grupo

Isso em vi só na rodoviária de Tiete (SP), cinco pedintes trabalhando em conjunto. Eles dividiram a rodoviária em partes e cada um pedia em sua área. Como eu sabia que eles estavam em grupo, mesma historia, todos seguravam um skate velho e de vez em quando eles se reuniam em um determinado local fora da rodoviária